segunda-feira , 14 outubro 2019

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Sindicalistas

O Movimento Sindical do PDT do Ceará foi criado em outubro de 2003 durante a 1º Comissão Provisória do movimento no Estado que contou com a posse do sindicalista bancário Aureliano Ramos Filho e, anos mais tarde, representado por Ivaldo Paixão, atual coordenador do Movimento Negro do PDT-CE, e liderado atualmente por Carlos Veneranda, ex-vice-prefeito de Fortaleza.

Militantes e sindicalistas como Rosa Gartorno Silva, Atevaldo da Silva, Iberê da Silva, Luiza de Marilac, José da Silva Neto, Maria Nair Fernandes, José Arimateia e Carlos Augusto Sampaio são algumas personalidades atuantes nas categorias dos vigilantes, bancários, professores, aposentados, rurais, marítima, previdência social que contribuíram com a construção das políticas de atuação do movimento durante o 1º Encontro Estadual do Movimento Sindical do PDT-CE, um mês após a fundação estadual.

Dentre as ações e propostas estabelecidas pela organização destaca-se a reivindicação da melhoria das condições de trabalho por meio do cumprimento dos direitos trabalhistas previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a defesa da unicidade sindical através da representação por categoria de base, além da promoção de políticas públicas em defesa do emprego e da classe trabalhadora que conta com o apoio do Executivo com Carlos Lupi, presidente nacional do partido e atual ministro do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Além disto, o Movimento Sindical do PDT-CE promove campanhas, congressos e seminários com temas de interesse da bandeira trabalhista, atuando junto dos sindicatos do Estado e das centrais sindicais, com destaque para Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Dentre os eventos que contaram com a participação do Movimento Sindical do Ceará, destacam-se a 1ª Conferência Nacional do PDT com o tema “O PDT, o Trabalhismo e as Centrais Sindicais”, que ocorreu no Rio de Janeiro, em setembro de 2005; o Seminário Nacional do Movimento Sindical com o tema “O trabalho, a Biomassa e as Eleições de 2006”, realizado no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2006; e o 2º Congresso Nacional Movimento Sindical do PDT que homenageou Leonel Brizola no Rio de Janeiro, em março de 2007.

No último ano, o Movimento Sindical do PDT-CE recebeu reforços significativos no sentido de ampliar e fortalecer o movimento e os ideais do Partido com a filiação de lideranças sindicais no Estado e nos municípios com, por exemplo, ingresso dos representantes da Força Sindical, Raimundo Nonato; da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Agenor Lopes; e da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, Luiz Onofre de Brito.

Movimento Nacional

O Movimento Sindical do PDT foi fundado pelo ex-deputado estadual por duas legislaturas, Fernando Bandeira, em 2003, com o objetivo de defender os princípios brizolistas e legados trabalhistas deixados por Getúlio Vargas e João Goulart.

Tido como um dos sindicalista mais atuantes da década de 1970, Fernando Bandeira, que iniciou sua militância política após expulsão da Marinha pela ditadura miliar, contribuiu com a criação de sindicatos importantes nas décadas de 70 e 90, em pelo menos 11 regiões Estaduais como o Sindicato dos Policiais Civis, por meio da criação de associações. Além disto, o Movimento Sindical do PDT, que contou com o apoio de lideranças como Francisco Calasans, o deputado estadual Manoel Valente, Francisco Santana, José Valter Aguiar e o prefeito de Paranaguá (PR), José Baka Filho; que contribuíram para a ampliação partidária em todo o país.

Até o fim do seu mandato, em 2010, Bandeira colaborou ainda na organização do Diretório Municipal do PDT do Rio de Janeiro, e na reorganização do Movimento Sindical do PDT quando eleito Presidente Nacional em março de 2004, no 1º Congresso Nacional, que contou com a presença ilustre do então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. Fernando Bandeira destacou-se ainda por defender o fim das portarias que instituem práticas de pluralismo sindical, o fim das terceirizações, a defesa do artigo 7º da Constituição Federal e a regulamentação e manutenção do artigo 8º em torno do reconhecimento dos direitos trabalhistas e das associações profissional e sindical.

Outro ícone deste movimento no Partido é o presidente do PDT de São Paulo, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que se destacou como um dos deputados federais mais bem votados no Estado e no país. Foi o deputado Paulinho da Força o articulador da legalização das Centrais Sindicais, que incentivou a promoção de ações em conjunto na defesa dos direitos trabalhistas.

Dentre as propostas de maior repercussão no Congresso Nacional, o Partido destaca a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, aprovada na Câmara e em tramitação no Senado; o acordo para o aumento do salário mínimo até 2023, assim como o aumento de 7,71% sobre as aposentadorias superiores a um salário mínimo.

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